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 PROADI-SUS inicia estudo que irá avaliar sequelas da COVID Longa em mais de 2 mil pacientes de todo o Brasil. Inscreva a sua instituição!

PROADI-SUS inicia estudo que irá avaliar sequelas da COVID Longa em mais de 2 mil pacientes de todo o Brasil. Inscreva a sua instituição!

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os efeitos dos sintomas prolongados e sequelas após a COVID-19 – que vêm sendo chamadas de “COVID Longa”, “COVID prolongada” ou Long COVID – já acometem cerca de 20% dos infectados em todo o mundo1

Para avaliar o impacto na qualidade de vida da população e outros desfechos, como a saúde física, mental e funções cognitivas dos pacientes que já tiveram a doença, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), o Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, está recrutando centros médicos de todo o país para a condução do estudo Pós-COVID-19 Brasil. 

Durante um ano, mais de 2 mil pessoas infectadas pelo novo coronavírus serão acompanhadas, sendo 1.000 pacientes que necessitaram de hospitalização (casos moderados a graves) e outros 1.000 pacientes com quadros leves. 

De acordo com o médico pesquisador do Hospital Moinhos de Vento, Dr. Regis Goulart Rosa, “a pesquisa é um passo fundamental para entendermos os fatores de risco e também os fatores prognósticos relacionados às sequelas pós-Covid. Estas informações podem contribuir para uma alocação mais eficiente de recursos de reabilitação no nosso contexto”. 

Além desse monitoramento e pesquisa, o projeto contará com a execução de um estudo de caso-controle, com aproximadamente 300 participantes, responsável por averiguar se a pneumonia causada pela COVID-19 pode causar mais sequelas que uma pneumonia bacteriana. 

Os centros interessados em participar da pesquisa podem entrar em contato com a equipe do Hospital Moinhos de Vento através dos seguintes contatos: (51) 3537 8661 ou pelo e-mail: geraldine.trott@hmv.org.br.
 

Conheça as sequelas mais comuns da Covid Longa: 

A líder do projeto, Geraldine Trott, explica que dentre as complicações mais simples da doença encontram-se condições como a perda prolongada do olfato e paladar e queda de cabelo. Já em casos mais severos, é possível encontrar sequelas cardiorrespiratórias, redução da capacidade física, disfunção cognitiva, e desenvolvimento de casos de ansiedade e depressão. 

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